Ambientes de trabalho x Coworkings

A cada nova geração, uma série de mudanças ocorrem. Não se trata apenas de vestuário e comportamento. As influências da nova geração, culturais e tecnológicas também estão presentes no nossos ambientes de trabalho.

Nos últimos anos, algumas empresas perceberam que seus funcionários possuem muito mais disposição e produtividade em um ambiente divertido e interativo. Podemos citar por exemplo, a sede da Google, que além de ser bem colorida, possui pufes, escorregadores, salas de pebolim, minigolfes, dentre outras salas de jogos.

Parece surreal? Saiba que esta mudança nos ambientes de trabalho se dão não só pela mudança de geração e suas respectivas noções de cultura, mas também está ligada ao desejo das empresas sobrevierem no novo mundo que o mercado vive atualmente, que é mais colaborativo. Sendo assim, trabalhar em um local como a sede da Google, por exemplo, faz com que surjam variados modos de encarar o local.

Titulo: Ambientes de trabalho x Coworkings. Na imagem de cima com uma mesa de madeira e pessoas trabalhando com computadores, papeis e cafés.

Quando o “Coworking” surgiu?

O termo foi utilizado pela primeira vez em 1999, mas ganhou notoriedade menos em 2005, quando Coworking passou a descrever um espaço físico, até então conhecido como 9 to 5 group.

O que são os Coworkings

Muita gente não sabe, mas o modelo coworking está fazendo sucesso tanto no exterior quanto aqui no Brasil. De acordo com os dados levantados pelo Censo Coworking Brasil, só no país há pelo menos 180 lugares assim, e mais de 56 mil estações de trabalho.

O modelo de trabalho coworking tem como base o compartilhamento de espaço e recursos de um escritório. A finalidade deste compartilhamento é reunir pessoas que trabalham não atuam necessariamente na mesma área, e nem trabalhem para a mesma companhia. Assim, é possível reunir os profissionais mais liberais, empreendedores e usuários.

Outra vantagem que o coworking oferece é a questão do isolamento, que muitos profissionais autônomos e freelancers têm, por trabalharem como home office. O coworking é um excelente meio de se fazer networking e aumentar a sua produtividade (como explicado no início deste artigo).

Um exemplo de empresa que empresa que oferece espaço de coworking gratuito aqui no brasil, é a própria Google, na sede do Estado de São Paulo.

Ambientes de trabalho x Coworkings

Convenhamos. Por mais que você possua estabilidade no ambiente de trabalho (um escritório), experiência e todos os recursos possíveis a seu dispor, chega um momento onde a sua mente ficará estagnada.

Algumas empresas mais liberais possibilitam que seus colaboradores realizem seus trabalhos em ambientes de coworking, a fim de estimular a produtividade do empregado. Infelizmente, não são todas as companhias que têm este entendimento e pensamento mais liberal (pois receiam que o colaborador pode, ao invés de produzir em outro lugar, fugir do trabalho). Mas é preciso ter consciência que sair da zona de (des)conforto pode ser muito positivo para a empresa em um todo.

Algumas companhias têm o entendimento da importância do coworking, outras tendem a modificar o ambiente de trabalho, para torná-lo mais estimulante, como os próprios locais com modelo coworking. Com isso, estamos nos depurando a cada dia com escritórios e outros ambientes de trabalho com novas decorações (pufes e enfeites coloridos), mesa ou sala de jogos, cozinha e sala de descanso. Tudo para estimular o funcionário.

Como validar uma ideia de negócio?

Que empreendedor (ou alguém que deseja ser um) nunca parou para pensar sobre como validar uma ideia de negócio?

Quase todo mundo já teve uma grande ideia que para si parecia ter um grande potencial, mas na hora de colocá-la em prática bateu aquela dúvida/receio e acabou desistindo.

Para evitar que isto aconteça (de novo) com você, nós preparamos este artigo, onde listamos 5 dicas que deverão ser consideradas na próxima vez em que você obtiver uma nova ideia de negócio. Veja:

Como validar uma ideia de negócio?
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  1. Pesquise: Às vezes uma ideia surge repentina em nossa mente. Ela parece brilhante e inovadora. No entanto, a primeira coisa a ser feita antes de dar o próximo passo para validar o seu negócio é fazer uma rápida busca na internet (mais especificamente no Google), para ver se alguém já pensou nisso antes. Se alguém já colocou o negócio em prática, pule para outro projeto.

Mas, se você realmente acha que a ideia tem potencial e a pessoa que colocou o negócio em prática não o explorou muito bem (e não esteja satisfazendo o mercado), você pode agregar valor a ela, elaborando é claro, um diferencial ao negócio já existente.

  1. Feedback: Para qualquer negócio, o feedback é essencial. Geralmente, as pessoas buscam pelo feedback quando o produto já existe e já está atendendo ao público, mas como a sua ideia ainda está apenas no papel, é importante que você converse com outras pessoas, para saber o que elas pensam sobre o seu projeto.

Busque a avaliação de pessoas que tenham um bom sendo crítico de avaliação. Se elas aprovarem a sua ideia, vá para o próximo passo. Mas, se você for a única pessoa que gosta da sua ideia, bem, a recomendação é que você reavalie o seu negócio.

  1. Elabore um MPV: Após o critério de avaliação, você deverá elaborar um Mínimo Produto Viável (MPV), para ver se este produto é aquilo o que você realmente idealizou e que as pessoas irão querer comprar.

Elabore um protótipo e realize testes reais de consumo.

  1. Crie a sua identidade: Se o seu MPV foi bem sucedido aos testes, é hora de tomar as medidas legais ao seu produto, como por exemplo, registro de marcas e patentes, para que não haja casos de plágio. Feito isso, é hora de deixar a criatividade à solta e elaborar o nome e a cara da sua marca.

Feito isso, registre o seu domínio online (site) na FAPESP, para assegurar a propriedade do seu endereço virtual. A medida também é válida para perfis em redes sociais.

  1. Elabore uma estratégia de aquisição de clientes: Antes de elaborar o seu plano de negócios, desenvolva a sua estratégia de aquisição de clientes. Este passo é fundamental para você ter uma base do quanto será preciso para investir na divulgação do produto/serviço.

Afinal, não adianta você possuir uma boa estratégia de negócios se não houver consumidores, não é mesmo?! Um plano de marketing é fundamental para o crescimento e sucesso do seu negócio.

O que é preciso para abrir um novo negócio?

A abertura e o gerenciamento de um novo negócio carecem de dois grandes fatores: Conhecimento e aptidões. É de extrema importância compreender o funcionamento e andamento do mercado, seu respectivo público e é necessário obter um bom planejamento para desenvolver de maneira bem-sucedida o seu negócio.

Para começar bem um novo negócio, é necessário também fazer muitas pesquisas e aprimorar sempre seus conhecimentos (buscando atualizar-se sempre na área em questão) para que seja possível dar continuidade em todas as etapas da companhia.

Se você se encontra meio perdido (a) e está em busca de informações básicas para auxiliá-lo em seus projetos, você chegou no artigo certo. Neste post, nós preparamos uma lista com as principais necessidades a serem consideradas ao empreendedor para que ele saiba como iniciar o seu negócio e atuar no competitivo mercado de trabalho.

É claro que, este é apenas um ponto de partida, ou se você preferir, um pequeno manual. Após finalizar esta leitura, explore mais sobre o seu próprio negócio, explore e reflita sobre aquilo que você deseja montar. Afinal, existem muitos caminhos que podem ou não levar ao sucesso da jornada de abrir um novo negócio. Não se esqueça que todos estamos sujeitos ao sucesso e também a falhas.

Confira:

1. Determine que tipo de negócio abrir

O primeiro passo a ser tomado é identificar aquilo que você quer montar. Mas, se você ainda não sabe por onde começar e ainda não possui uma ideia fixa do tipo de empreendimento que deseja abrir, a dica é refletir bastante. Do que você gosta? Quais suas habilidades? Que necessidades do público você quer atender?

O que também pode ajudar é identificar o maior número que puder de companhias que atuam no ramo de determinado negócio e ver a forma como eles trabalham.

2. Escolha o seu público

Certo, você determinou o tipo de negócio você vai abrir e que produto/serviço você vai oferecer. Mas, para quem você vai oferecê-lo? Esta etapa de definição de público-alvo/cliente é fundamental e uma das principais bases que garantirão o sucesso do seu negócio.

3. Analise o seu próprio perfil

Determinado o tipo de negócio que você deseja abrir, o próximo passo para tornar o seu projeto em realidade é descobrir se você possui de fato um perfil de empreendedor. Você conhece a realidade do atual (e competitivo) mercado? A ideia disso é também fazê-lo com que pesquise sobre planejamento e organização de negócios.

4. Colete informações sobre o interesse

Como você pode perceber, todo o procedimento de planejamento de abertura de um novo negócio exige busca e pesquisa constante.

Reúna informações e dados para dar uma assistência consistente ao nascimento da empresa. A dica é coletar dados de pesquisar e modos de fazer o levantamento.

5. Se organize

Todos os dados coletados nas etapas anteriores devem ser organizados. Esta organização irá auxiliá-lo a desenvolver o seu plano de negócios, definindo táticas de posicionamento e empreitada no mercado.

6. Coloque tudo em prática

A última fase consiste em registrar o seu novo negócio e enfim torná-lo realidade. A formalização e o registro do negócio geram oportunidades e ganhos para o empreendimento, como por exemplo, acesso a linhas de créditos e fechamento de parcerias.

 

Além desses pontos chaves, temos em outros artigos informações relevantes pra quem quer começar seu empreendimento, ou pra quem já está no mercado. É só acessar aqui.

 

É seguro deixar meus pertences no coworking?

Na busca por melhores estruturas, localização e conforto a um custo reduzido, os espaços corporativos compartilhados, ou coworking tem despontado como uma grande solução para empresários, seja na realização de suas atividades como para organizar reuniões e eventos diversos.

Essa nova modalidade tem feito sucesso especialmente para profissionais home office e gestores de empresa que nem sempre tem como estar todo o tempo em suas sedes, oferecendo todos os elementos necessários para a realização do trabalho sem que haja o isolamento da própria residência ou a falta de equipamentos ou condições básicas de trabalho.

Através de um plano de locação do espaço, seja por mensalidade, dias ou até mesmo horas, os empresários desfrutam de toda a estrutura oferecida por essas empresas. É um modo econômico em que se pode ter acesso a tudo o que precisar sem a necessidade de um investimento maior. Usufruir de um espaço terceirizado, porém, pode despontar uma serie de inseguranças bastante comuns. Dentre elas, é seguro deixar os pertences pessoais em um coworking?

É seguro deixar meus pertences no coworking?

Por que investir em segurança no coworking?

Para se livrar da possibilidade de assumir possíveis perdas de objetos e documentos de seus usuários, algumas empresas colam cartazes e fazem avisos de que não se responsabilizam pelos objetos deixados no ambiente. Essa medida, porém, além de aumentar a insegurança do local, não possui nenhum respaldo legal, pois a legislação é clara ao afirmar que propriedades privadas devem se responsabilizar por objetos pessoais de seus usuários e funcionários deixados no local e, por isso, deve tomar medidas de inibição de comportamentos criminosos no local.

Por essa razão, as empresas de coworking podem adotar medidas que ofereçam maior segurança e comodidade aos clientes, de forma que eles se sintam realmente à vontade para trabalhar como se estivessem em um escritório próprio e depositem confiança na marca. Mais do que uma obrigação legal, investir na segurança é uma forma de atrair e manter clientes, agregar valor à empresa e, é claro, aumentar a sua relevância no mercado. É uma estratégia de marketing.

Como aumentar a segurança em coworking

Existem algumas medidas simples e importantes que as empresas de coworking podem adotar para garantir a segurança e integridade de seus clientes, como a criação de um circuito interno de TV com câmeras estrategicamente posicionadas, a existência de uma portaria com funcionário não somente para receber, mas identificar os visitantes; a adoção de um sistema de biometria, alarmes nos escritórios, seguranças e um banco de dados com a informações das pessoas que frequentaram o local alguma vez, incluindo seu histórico de comportamento.

Essas medidas, porém, não devem funcionar de forma independente, mas, se estiverem em um sistema totalmente integrado e informatizado, além de melhorar a segurança do local, será possível também facilitar alguns procedimentos internos.

Além das empresas, os profissionais que fazem uso de espaços compartilhados devem observar quais são e como funcionam os sistemas de segurança de um coworking, de forma a escolher empresas que sejam confiáveis e realmente se preocupem com a integridade física e moral de todos os seus visitantes e pertences.

Clique aqui e conheça toda a infraestrutura em comodidade e segurança que a Sharing EC proporciona aos seus clientes, para oferecer a você a melhor experiência possível para o seu trabalho em nossos espaços compartilhados.

Se tiver qualquer dúvida, entre em contato!